sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

God of War 2 - Análise

Esta é a retro análise do jogo God of War 2, lançado em 2007 para Playstation 2.

 

Confira:

GOD OF WAR 2


Informações técnicas

Publicado por: Sony Computer Entertainment
Desenvolvido por: SCE Studios Santa Monica
Gênero: Hack and Slash Action
Diretor: David Jaffe / Cory Barlog
Plataforma: Playstation 2
Data de lançamento: 13 de março de 2007
Faixa etária: Mature

Introdução

E então, em 2007, a Sony lança a segunda etapa da trajetória de Kratos.
Após abrir a caixa de Pandora e ficar poderoso, Kratos matou Ares, no primeiro jogo, e virou deus da guerra. Mas ele continua irado, e sua raiva não passou. Ele está louco para arrancar umas cabeças, então logo arruma uma desculpa para ficar nervosinho e desejar se vingar de alguém.

Sobre o personagem

Você já conhece Kratos, da primeira parte da nossaretrospectiva especial. Bem, ele continua com a barba, a cicatriz misteriosa e as tatuagens pelo corpo, mas agora possui uma armadura legal.
Kratos como um ex-soldado aposentado:
Kratos como deus da guerra:
Enfim, sem muitas novidades a contar. Vamos para a história.

Sobre o jogo (contém spoilers)

Kratos começa repleto de poderes especiais, e com as armas tunadas no máximo. Pena que não dura muito. Nos primeiros quinze minutos de jogo, Kratos perde seus poderes, suas magias e a sua armadura. Zeus lhe retirou os poderes, pois sentiu ciúmes de seu poder e medo que ele tentasse tomar o seu lugar, apesar de que, em nenhum momento, Kratos esboçou vontade de ser nem sequer o deus da guerra, que dirá o deus dos deuses. Mesmo assim, Zeus lhe atravessa com sua espada, cruelmente, o que só serve para deixar Kratos com muita raiva dele e com uma cicatriz no abdôme. Afinal, como ninguém morre na mitologia grega, ele vai para o submundo. Ele nem se preocupa, pois já morreu no primeiro jogo, e sabe que pode sair quando quiser. Mesmo assim, é resgatado por Gaia, a titã mãe de todos os deuses. Ela joga um papo furado em cima dele e o convence a ir e matar Zeus para ela.
Como o raio de Zeus possuía o poder da amnésia, Kratos esqueceu completamente os seus poderes e seus golpes de luta, incluindo aqueles que aprendeu no primeiro jogo e até mesmo aqueles que estava usando minutos atrás. Portanto, ele tem de aprender tudo de novo, e, como os deuses estão de mal com ele, ele tem de aprender com os titãs. Desta vez, porém, Kratos não tem de fazer mais uma sessão de missões secundárias idiotas e totalmente nada a ver com a história, como no primeiro jogo. Agora, Kratos pede a ajuda dos titãs, que geralmente lhe concedem o que ele quer. O único titã que não quis ajudar foi Tifão, mas Kratos lhe roubou o poder de dentro do olho. Kratos teve de matar outras pessoas ilustres da mitologia, como Teseu, Jasão e Ícaro, em sua sede por novos poderes e itens brilhantes. O único titã que pediu alguma coisa foi Prometeu, que pediu que ele o matasse.
Assim, Kratos vai reavendo os mesmos golpes e poderes que já tinha no primeiro jogo, mas que havia esquecido. Ah, e ele tem de usar orbes coloridos para incrementar as magias, também.
O enfoque na ação continua. Há muitos novos golpes e habilidades que podem ser adquiridos no decorrer do jogo, incluindo o poder de voar com asas que aparecem e somem do nada e de refletir golpes nos inimigos. Apesar dos muitos golpes e combos novos, ainda é possível fechar o jogo esmagando os botões como um jogador iniciante. Até mesmo o combo "quadrado, quadrado, triângulo, rola para longe, quadrado, quadrado, triângulo, rola para longe" continua tão eficiente quanto antes.
O objetivo de Kratos, agora, é chegar até as moiras, também conhecidas como parcas, que são as senhoras do destino. Veja uma imagem simbólica delas:

O nome delas varia. Alguns a chamam de Nona Décima e Morte, e outros preferem chamá-las de Atropos, Clotho e Lahkesis, nomes que são usados no jogo. Veja imagem das três irmãs do tempo no jogo:
Esta é a Atropos.
Esta é a Lahkesis.
E, por fim, esta fofinha aqui é a Clotho.
E não é só a mudança na aparência que gera controvérsias. A função das três parcas é simples: elas tecem o fio da vida de todos os seres, até mesmo os deuses imortais, decidem quanto tempo eles irão viver, e então cortam o fio na hora da morte. Apenas isso. Elas não controlam o tempo, como a maioria das pessoas pensam. Elas não voltam no tempo, avançam ao futuro, ou param o tempo, ou seja lá o que for: tudo os que elas fazem é decidir quando alguém nasce ou morre. No jogo, além destas presumidamente terem esse poder, o que é inconcebível, ainda há um adendo: aquele que as matar consegue esse poder delas. Não há um deus sequer que transfere seus poderes àquele que os matar, mas, por algum motivo, a Sony decidiu mudar a história da mitologia, incluindo parcas totalmente fora dos padrões. A ideia é: Kratos deve encontrar uma a uma e, ao matá-las, ele poderá controlar o tempo. Então, com esse poder, ele poderia fazer o que ele bem quisesse. Mas o que ele quer? Voltar para o instante em que Zeus o matou, apenas para ele roubar a Lâmina do Olimpo, a espada de Zeus. Isso mesmo, só para isso!
Com a espada, Kratos tenta matar Zeus, mas Atena se joga na frente do golpe, e é morta por Kratos. Kratos tem o poder de controlar o tempo, então ele poderia voltar alguns segundos e evitar o golpe, mas ele decide deixar ela morrer, mesmo. Ele prefere usar o ocorrido para sentir ainda mais raiva de Zeus do que já sentia.
Kratos então volta no tempo, até a Guerra dos Titãs, e ele reúne todos os titãs para escalarem, a pé, o Monte Olimpo, na intenção de acabar com Zeus, mesmo que isso signifique destruir o mundo e acabar com toda a humanidade.

Análise breve do jogo

Kratos está mais mal, e com novos e mais poderosos golpes, além de movimentos ainda mais diversificados e poderes mais arrasadores. O jogo prossegue muito bem, mesclando cenas de combate intenso com quebra-cabeças de forma tão intrínseca quanto o jogo anterior, então, se gostou do estilo do primeiro jogo, não tem motivo para desgostar desta excelente continuação.

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