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sábado, 16 de maio de 2015

Batman: Arkham City - Análise

Esta é a análise de Batman: Arkham City, lançado pela Warner Bros. Interactive Entertainment em 2011 para o Playstation 3Xbox 360 e PC.


Introdução

Batman: Arkham Asylum, lançado em 2009, marcou um novo padrão de qualidade para a indústria dos games. Tratava-se da melhor adaptação de um personagem de uma história em quadrinhos para um jogo de videogame que o mundo já viu. Porém, o game já aparentava ser incompleto em sua essência. Tudo deixava claro que haveria mais um game por vir, tanto que a sequência já havia sido anunciada no final do mesmo ano de 2009. Seria apenas um game para se projetar em cima do sucesso do jogo anterior ou uma obra-prima tão bem feita quanto, que iria alavancar ainda mais a franquia? É o que veremos nesta análise.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

The Walking Dead: The Game - Análise

Esta é a análise de The Walking Dead: The Games, lançado pela Telltale Games em 2012 para o Playstation 3Xbox 360 e PC.

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Introdução

Em fevereiro de 2011, a Warner Bros., detentora dos direitos sobre a franquia Walking Dead, começou a procurar por empresas que estivessem dispostas a produzir games baseados no universo que se tornou famoso por causa da série televisiva e dos quadrinhos. E é nesse momento que apareceu uma empresa até então não muito conhecida pelos gamers, mas conceituada entre os produtores: a Telltale Games. Essa produtora, que fez Sam and Max e Tales of Monkey Island, veio se especializando nos últimos anos em adaptações de filmes e séries, como Back to the Future, Jurassic Park, e agora, The Walking Dead. Com jogos episódicos e repletos de cinemática para reforçar o lado emocional dos games, a produtora foi considerada uma boa pedida para trazer a famosa série para o universo dos games. E será que essa conversão deu certo? É o que veremos no decorrer desta análise!

sábado, 10 de maio de 2014

LittleBigPlanet Karting - Análise

Esta é a análise de LittleBigPlanet Karting, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2012 para o Playstation 3.

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Introdução

Os bonequinhos carismáticos de LittleBigPlanet têm sido um sucesso estrondoso desde 2008, quando vieram ao mundo pela mente criativa do pessoal do estúdio Media Molecule. E foi a partir do lançamento do segundo game, em 2011, que a Sony decidiu investir para transformar a marca em uma das mais bem sucedidas franquias exclusivas do Playstation 3. Disposta a não deixar a peteca cair, a Media Molecule teve a ideia de criar um game de corrida de karts usando o nome da franquia para promover. O desenvolvimento do game ficou a cargo da United Front Games, mas a supervisão direta era feita sempre pela Media Molecule. Com o mesmo estilo conhecido da franquia, muita liberdade de criação e diversão de sobra, o game foi lançado no final de 2012, mas logo começaram as óbvias comparações com Mario Kart. Seria LittleBigPlanet Karting apenas mais um jogo de kart que iria desfrutar do sucesso de um gênero que se popularizou com a série do encanador da Nintendo? É o que veremos no decorrer dessa análise:

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Assassin's Creed: Black Flag - Análise

Esta é a análise de Assassin's Creed: Black Flag, lançado pela Ubisoft em 2013 para o Playstation 3, Playstation 4, Xbox 360, Xbox One, Wii U e PC.

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Introdução

Já começou a se tornar praxe ser lançado um novo Assassin's Creed no mês de outubro. Em outubro de 2012 foi lançado Assassin's Creed 3, e, em fevereiro de 2013, a Ubisoft já anunciou um novo Assassin's Creed a ser lançado em outubro. Com uma temática completamente nova, o game tenta buscar o seu espaço enquanto apresenta uma nova temática, um novo protagonista e uma era especialmente feita para a série. A ideia era que o game se distanciasse do game anterior, que, apesar de ter sido o Assassin's Creed mais vendido da franquia, sua temática não agradou tanto assim os fãs. Sendo assim, Black Flag retrata a Era de Ouro dos Piratas, com direito a muitas missões marítimas e muitas novidades da série com relação aos games anteriores. Diversas falhas foram consertadas e alguns conselhos foram ouvidos, e esse game é um dos mais ambiciosos de toda a série. 

segunda-feira, 17 de março de 2014

BioShock Infinite - Análise

Esta é a análise de BioShock Infinite, lançado pela 2K Games em 2013 para o Playstation 3, Xbox 360 e PC.


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Introdução


A BioShock, criada por Ken Levine, da Irrational Games, não demorou nada para se tornar um ícone cult entre os gamers modernos. O primeiro game, lançado em 2007, foi aclamado pela mídia por suas críticas severas a diversos aspectos da sociedade, ao mesmo tempo em que apresentava uma trama surpreendente e uma jogabilidade envolvente, a criação de Ken Levine foi um completo sucesso de crítica e de vendas, ganhando muitos prêmios e menções honrosas. No entanto, a 2K Games optou por delegar a segunda edição da franquia a uma nova empresa, a 2K Marin. O game seguiu a mesma fórmula, foi convincente, mas as pessoas sentiram falta da criatividade de Ken Levine à frente da série. Então, a 2K Games resolveu deixar Ken Levine e a Irrational Games a cargo do terceiro game da série, que seria lançado 5 anos e meio depois do primeiro. Ken Levine então teria uma missão nada fácil pela frente: tentar repetir o sucesso do original, reinventar sua própria série, deixar todos boquiabertos mais uma vez. Em produção desde 2010, cada novo trailer que era revelado ao público era recebido com alvoroço, tamanha a expectativa do game que era considerado por alguns como o mais aguardado da geração. E assim, ele nos trouxe o tão aclamado e tão aguardado BioShock Infinite finalmente no ano de 2013. Será que a espera valeu a pena? Será que Ken Levine conseguiria surpreender a todos mais uma vez? É o que veremos nessa análise:


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

DMC: Devil May Cry - Análise

Esta é a análise de DmC: Devil May Cry, lançado pela Capcom em 2013 para o Playstation 3, Xbox 360 e PC.

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Introdução

A série Devil May Cry ansiava por uma reformulação. Quando a Capcom colocou a franquia sob desenvolvimento da empresa Ninja Theory, fundada em 2000 e responsável por games como Heavenly Sword e Enslaved: Odyssey to the West, sabia-se que muito iria mudar. A desenvolvedora deixou bem claro que iria reformular a série, não seria uma continuação, e sim uma nova abordagem. O estilo único e inconfundível ficaria intacto, mas todo o trabalho de arte, a história e a narrativa dos personagens sofreria drásticas mudanças, na forma de uma modernização e "americanização" do padrão essencialmente japonês que era adotado na série até então. Os fãs logo começaram a chiar, a reclamar, até mesmo petições para que o jogo fosse fiel ao original foram feitas... E mesmo assim o game foi entregue a público com notáveis alterações na sua mecânica. Seriam essas mudanças para melhor ou para pior? É o que veremos no decorrer da nossa análise:

domingo, 9 de fevereiro de 2014

GRID 2 - Análise

Esta é a análise de Grid 2, lançado pela Codemasters em 2013 para o Playstation 3, Xbox 360 e PC.

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Introdução

A publicadora britânica Codemasters, fundada em 1986, já publicou games de todos os tipos e gêneros. Mas ela tem se especializado mais do que nunca no gênero de corrida, desde o Colin McRae Rally, lá de 1998, até os dias de hoje, com várias novas franquias sendo lançadas de tempos em tempos, como Fuel, Micro Machines V4, até mesmo mais recentemente com a série Dirt (evolução da franquia Colin McRae que se tornou independente) e a aclamada F1, franquia exclusiva sobre a fórmula um com direitos autorais e tudo. Diante desse cenário, ela vive sempre tentando criar algo novo no gênero. A franquia TOCA Race Driver, de 2002, evoluiu e em 2008 se tornou Race Driver: GRID. E agora a Codemasters está disposta a investir nessa franquia, cuja denominação recebeu um nome diferente: GRID 2. Não deixa de ser uma evolução de TOCA Race Driver, mas está completamente diferente e remodelada. Atual, dinâmica e disposta a marcar seu nome no cada vez mais disputado segmento dos jogos de corrida, a franquia GRID vem com tudo para essa segunda versão. Será que ela conseguiu? É o que veremos no decorrer dessa análise:

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

God of War: Ghost of Sparta - Análise

Esta é a análise de God of War: Ghost of Sparta, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2010 para o Playstation Portable.

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Introdução

God of War é uma franquia que alcançou seu ápice bem recentemente. A terceira versão da sequência direta do jogo, God of War 3, lançado em março de 2010, marcou mais uma página na história épica do lendário Kratos. Algumas dúvidas ficaram no ar, e os fãs começaram a pedir maiores explicações sobre o background do protagonista. A Sony resolveu atender aos pedidos, e mais uma versão do jogo foi lançado poucos meses depois, em novembro do mesmo ano. God of War: Ghost of Sparta, não é apenas um spin-off para PSP, e sim uma parte importante da intensa trama do jogo, e possui detalhes interessantes e revelações importantes acerca do universo do jogo, principalmente do protagonista. Logo tornou-se peça obrigatória para os fãs, obrigando a Sony a lançar o jogo em uma coletânea especial para Playstation 3 (já que nem todos os fãs a franquia tinham PSP). Será que esse game conseguiu manter o padrão de qualidade do restante da franquia? Seria um sucesso tão grande quanto a série direta, ou mesmo quanto o Chain of Olympus? É o que veremos ao longo dessa análise.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

ICO - Análise

Esta é a análise de Ico, lançado pela Sony Computer Entertaiment em 2001 para o Playstation 2.

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Introdução

A produção de Ico começou ainda em 1997, quando Fumito Ueda pensou em criar uma história no qual dois personagens criassem um laço intenso de proximidade, mas sem terem tido muita comunicação entre si. A inspiração veio do clássico Another World, game lançado em 1991 para Super Nintendo. Ele produziu, com um parceiro, um vídeo de três minutos em Lightwave, e o usava como um direcionamento do que queria. A partir de 1998, começou a trabalhar no conceito com o produtor Kenji Kaido, pensando em criar um game para Playstation. O projeto era simples e minimalista, e carecia de poucas pessoas. Eles contrataram apenas 2 programadores, 4 artistas e um designer para formar a equipe, e a batizaram de Team Ico. Graças às limitações do Playstation, eles acabaram levando o projeto para o Playstation 2, e, finalmente, em 2001, a obra do imaginário de Fumito Ueda finalmente poderia ser revelada ao público. O game então alcanço um status de jogo cult e referência em seu gênero, ainda mais pelo seu toque artístico e simbólico. Vamos conhecer um pouco mais sobre Ico?

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Hotline Miami - Análise

Esta é a análise de Hotline Miami, lançado pela Devolver Digital em 2013 para o Playstation 3 e Playstation Vita.

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Introdução

Jonatan Söderström é um jovem programador sueco. Seu hobby era desenvolver games, e ele desenvolveu muitos de forma independente, mas todos eram distribuídos gratuitamente pela internet. Um dia, ele resolver começar a produzir games sérios, pra valer, e fazer disso uma profissão remunerada. Ele se juntou a Dennis Wedin, artista sueco, juntos fundaram a Dennaton Games. Como primeiro projeto sério, desenvolveram um jogo de ação psicodélico extremamente violento ambientado em Miami dos anos 80, com direito a ação frenética ao som de muita música eletrônica. E assim nasceu Hotline Miami, que se tornou uma grata surpresa para os gamers. Um dos mais brilhantes e criativos jogos independentes dos últimos tempos, não demorou para o já conhecido e premiado game de PC ganhasse notoriedade no Playstation 3 e no Playstation Vita pelo PSN. Vamos conhecer mais a fundo Hotline Miami! 

domingo, 3 de novembro de 2013

Beyond: Two Souls - Análise

Esta é a análise de Beyond: Two Souls, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2013 para o Playstation 3.

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Introdução

David Cage, nome pseudônimo de David de Gruttola, está de volta. O músico e designer de games fundador da Quantic Dreams que praticamente criou um novo estilo de jogo ao desenvolver Indigo Prophecy e Heavy Rain. Apesar de tudo, os games anteriores não expressavam devidamente a ideia de Cage de criar o perfeito ambiente de "drama interativo". Beyond: Two Souls é a nova tentativa dentro de um estilo de jogo criticado por uns, mas considerado revolucionário por outros. Uma experiência completamente nova de jogo, contagiante e imersiva, uma expressiva obra artística. Com certeza, um jogo pouco tradicional. Mas será que essa tentativa tem qualidade para cair no gosto dos gamers hardcore? é o que vamos destrinchar no decorrer dessa análise:

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Mass Effect - Análise

Esta é a análise de Mass Effect, lançado pela Microsoft Game Studios em 2007 para o Xbox 360.

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Introdução

Que a BioWare é especialista em RPGs, todo mundo sabe. Esse é o foco da empresa, que tem em seu currículo franquias como Baldur's Gate e Neverwinter. Com o passar dos tempos, ela veio se aperfeiçoando na criação de RPGs cada vez melhores e com uma história mais imersiva. Mas nada se comparava com o que ela vinha prometendo desde 2005. Mass Effect era apresentado como um RPG diferenciado, imersivo e repleto de mistérios, além de ser completamente interativo. A Microsoft Game Studios comprou a ideia, e, em 2007, o game foi lançado com exclusividade para Xbox. E deixou o mundo de queixo caído com tamanha qualidade, imersão, grandeza na história, riqueza nos detalhes e ambição. Era um game como poucos. Mass Effect foi anunciado como sendo apenas o começo de uma trilogia, e concebido de modo que as suas decisões tomadas aqui seriam refletidas nos próximos games da série. Curioso para se perder nessa fantástica aventura futurista baseada na mais pura ficção científica? Vamos conhecer um pouco mais sobre os mistérios de Mass Effect:

domingo, 1 de setembro de 2013

Uncharted 3: Drake's Deception - Análise

Esta é a análise de Uncharted 3: Drake's Deception, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2011 para o Playstation 3.

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Introdução

O primeiro Uncharted foi uma das mais gratas surpresas do Playstation 3. Um game que trabalhou excecionalmente bem em diversos aspectos e trouxe um novo fôlego ao gênero Action-Adventure, com elementos Platformer e um clima cinematográfico. Uncharted 2 trouxe tudo o que tornou o primeiro jogo um sucesso, trouxe ainda mais ação e um modo multiplayer, e conseguiu ser eleito o melhor game de 2009 pela mídia especializada. A Naughty Dog então tinha a ingrata tarefa de melhorar o que já estava excelente. Uncharted 3 veio repleto de imensas expectativas, já que o mínimo que se esperaria é que o game viesse à altura de seus antecessores. Com um modo multiplayer reformulado, mais ação e muito mais cenas de perder o fôlego, será que Uncharted 3 conseguiu cumprir suas expectativas? É o que veremos no decorrer dessa análise. Confira:

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

God of War: Ascension - Análise

Esta é a análise de God of War: Ascension, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2013 para o Playstation 3.

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Introdução

A épica conclusão de God of War 3 deixou mais dúvidas do que certezas na mente dos fãs. Seria o fim? Ou apenas o início de uma nova saga? Enquanto os fãs discutiam as mais diferentes vertentes, uma coisa era certa: o estúdio Santa Monica estava trabalhando em um novo game da série God of War. O mistério foi revelado, e por fim Ascension foi apresentado ao público, trazendo um Kratos repaginado, novos personagens, ainda mais apelo gráfico, novos efeitos, uma nova mecânica de combate, e até mesmo um inédito modo multiplayer. Com tantas coisas novas, será que ainda assim esse game estaria à altura da afamada saga de Kratos? É o que veremos no decorrer desta análise:

terça-feira, 2 de julho de 2013

The Last of Us - Análise

Esta é a análise de The Last of Us, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2013 para o Playstation 3.


Introdução

The Last of Us roubou a cena em 2012, quando foi apresentado na E3 e levou diversos prêmios como um dos jogos mais ansiosamente aguardados. Cada trailer do game deixava a todos com a expectativa no máximo. Será que o jogo atenderia a tanto apelo? Muito do crédito se deve à Naughty Dog, criadora de Crash Bandicoot, Jak and Dexter e Uncharted. Todos confiam no trabalho dessa excelente desenvolvedora, que nunca decepciona. E, finalmente, quando ele foi lançado em 2013, roubou a cena novamente. Recepcionado com um recorde de boas notas por parte da mídia especializada, o jogo já vem sendo agraciado e mencionado como um dos melhores games não só de 2013, como dessa geração. Será que é para tanto, e que The Last of Us está à altura de tanto mérito? É o que veremos no decorrer dessa análise.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Prince of Persia: The Sands of Time - Análise

Esta é a análise de Prince of Persia: The Sands of Time, lançado pela Ubisoft em 2003 para o Playstation 2.

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Introdução

A franquia Prince of Persia nasceu em 1989, como um Adventure bem simples, porém muitíssimo inteligente. Lançado para Apple II e depois levado a diversas versões em outros consoles, o jogo realmente conseguiu encantar o público. O jogo tinha quebra-cabeças bem inteligentes, um combate interessante e possuía atenção aos detalhes. Foi um grande passo adiante para o gênero Adventure (um princípio para o Platformer) e o início de uma franquia. O espírito se manteve intocado nas suas sequências, mas quando a Ubisoft afirmou que lançaria um game da franquia na nova geração, alegando "um novo fôlego para o gênero", os fãs de Platformer sabiam que podiam esperar boa coisa. E então, finalmente pudemos ver um Prince of Persia com uma tecnologia à altura de sua inspiração. Será que o jogo se manteve no mesmo nível de inovação e jogabilidade? É o que veremos no decorrer dessa análise:

sábado, 11 de maio de 2013

Tom Clancy's Splinter Cell - Análise

Esta é a análise de Tom Clancy's Splinter Cell, lançado pela Ubisoft em 2002 para o Playstation 2XboxGamecube e PC.

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Introdução

Jogos baseados em livros é algo pouco usual. Quando o escritor americano Tom Clancy, renomado autor de romances de espionagem e ficção militar, decidiu co-fundar uma empresa desenvolvedora de games, a Red Storm Entertainment (mais tarde comprada pela Ubisoft), ele colocou seu vasto conhecimento do mundo da espionagem à prova. Apesar de não participar diretamente da produção dos games, ajuda a desenvolver as tramas, que são sempre inspiradas em tramas de espionagem e de conspiração pós-guerra. Após franquias conhecidas, como Rainbow Six e Ghost Recon, eles lançaram uma nova série, uma nova franquia, mais uma vez a levar o nome de Tom Clancy: Splinter Cell. Com uma trama cinematográfica e produção ambiciosa repleta de mistério e requintes, o game viria para marcar seu lugar na história do gênero Stealth-Action.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King - Análise

Esta é a análise de Dragon Quest VII: Journey of the Cursed King, lançado pela Square Enix em 2004 para o Playstation 2.

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Introdução

Role-Playing Game é um gênero que já é antigo, e que já está "batido". Um dos mais populares gêneros de todos os tempos já esteve presente em todas as formas, e vem se atualizando e se moldando há tempos. Algumas desenvolvedoras se mostraram capaz de evoluir o gênero, atualizá-lo, modificá-lo. Já outras empresas sempre quiseram se manter fiéis ao propósito original do RPG tradicional: a Camelot Software (de Golden Sun) e a Tri-Ace (de Valkyrie Profile, Star Ocean e Radiata Stories), por exemplo. A Square Enix procurou uma desenvolvedora para produzir Dragon Quest VIII, um novo game da franquia que seria lançado quatro anos após o VII (que foi lançado em 2000), mas essa desenvolvedora teria de manter intocável o ar "tradicional" da série, que se manteve praticamente inalterado até hoje. Dragon Quest é um dos maiores nomes entre os amantes de RPG de todos os tempos (se não o maior), tem uma tradição a manter e sabe agradar o seu mais fiel público: o japonês (onde a franquia é idolatrada). A Square Enix optou pela empresa novata Level 5 (produtora de apenas dois games até então, porém excelentes: Dark Cloud e Dark Cloud 2). E então a Level-5 ficou com a missão de trazer uma das mais queridas franquias de RPG existentes, famosa por se manter sempre presa às suas raízes fundadoras, para a nova geração 128 bits. Será que o novo game manteria as raízes? Ou iria se render ao apelo inovador do panorama ocidental? É o que veremos no decorrer dessa análise:

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Tomb Raider - Análise

Esta é a análise de Tomb Raider, lançado pela Square Enix em 2013 para o Playstation 3Xbox 360 e PC.

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Introdução

A franquia Tomb Raider passou por muitos altos e baixos ao longo dos anos. Após o lançamento de Tomb Raider: Underworld, em 2008, mistérios cercaram o futuro da franquia. Eles dividiram o estúdio em dois, de modo que uma parte fazia spin-offs para portáteis (como o Lara Croft and the Guardian of Light) e a outra parte se preparava para fazer um novo Tomb Raider, voltado inteiramente para a nova geração de consoles.  Nesse meio tempo, em 2009, a Eidos, publicadora da série desde os primórdios, foi comprado parcialmente pela Square Enix, e a Square passou a ditar as regras sobre a franquia. Foram dois anos de produção antes que a empresa sequer divulgasse suas primeiras imagens, e a informação passada era de que não seria uma continuação, e sim uma renovação completa da série, uma forma completamente diferente de contar a história de Lara Croft. Seria um jogo inteiramente novo, replanejado fora dos moldes dos jogos anteriores, com a intenção de redefinir a personalidade de Lara Croft e atualizá-la para se tornar uma heroína moderna e condizente com a atual fase do gênero Action-Adventure. Tudo isso era a aposta da Square Enix, em parceria com a Crystal Dynamics, para revitalizar a série de uma vez por todas no cenário moderno de games. Será que deu certo? É o que veremos no decorrer dessa análise.

domingo, 24 de março de 2013

Silent Hill: Downpour - Análise

Esta é a análise de Silent Hill: Downpour, lançado pela Konami em 2012 para o Playstation 3 e Xbox 360.

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Introdução

A verdade é que a Konami vinha negligenciando a série Silent Hill. Desde o Origins, ela "terceirizou" a produção da franquia e a deixou a cargo de empresas novas e de pouco estatuto, de modo que ela pudesse focar seus estúdios próprios em séries que faziam mais sucesso e eram mais vendáveis. Ela deixou o Origins a cargo do Climax Studios. O Homecoming a cargo do Double Helix Games. E o Shattered Memories mais uma vez a cargo da Climax Studios. Nenhum deles fez sucesso, e a vertente da série ia caindo cada vez mais. Como se isso não fosse o bastante, a Konami ainda resolveu deixar o novo game, candidato a dar a volta por cima e retornar os tempos de glória da série, a cargo de uma empresa muito recente, da República Checa, criada em 2009, chamada Vatra Games. Ela só havia feito um único game em sua história: Rush'N Attack: Ex-Patriot. E desenvolveu esse novo Silent Hill. O game veio repleto de novidades, que vão desde a nova possibilidade 3D até um sistema repensado de jogabilidade e uma história que tenta ao máximo se reaproximar dos tempos saudosos de glória da franquia. Não podemos negar que eles tentaram agradar aos fãs, colocando elementos há muito perdidos na série, ao mesmo tempo em que tentou se atualizar e fazer algo consistente e a par da nova geração. Será que dessa vez eles acertaram? É o que veremos nessa análise: