quarta-feira, 7 de março de 2012

Umbrella Corporation no Brasil - Humor

A conversa a seguir foi extraída através de uma de nossas mais importantes fontes, que conseguiram penetrar nas defesas da mansão de Spencer, na Inglaterra, com exclusividade, momentos antes de sua morte. Para nossa incrível surpresa, as gravações de uma reunião secreta realizada no local demonstram claramente a intenção de Spencer de criar uma subsidiária da Umbrella Corporation aqui no Brasil!


Acompanhem:

UMBRELLA CORPORATION NO BRASIL

Acontecia uma forte tempestade do lado de fora dos imensos muros do castelo. Ozwell E. Spencer , já muito velho, aguardava pacientemente em seu escritório, sentado em sua cadeira de rodas e olhando pelos vidros da janela. O silêncio é quebrado pela voz de sua secretária, que abre a porta e anuncia:
Secretária: Sr. Spencer? Seus convidados chegaram.

Spencer abre um largo sorriso e responde:

Spencer: Mande-os virem até o meu escritório.

Spencer se posiciona atrás de sua mesa Segundos depois, a porta de seu escritório se abre, e entram oito pessoas. Logo elas se deslocam pela sala e se sentam nas cadeiras previamente disponíveis. Todos vestiam traziam ternos caros, ostentando importância. Logo se percebia que eles tinham muito dinheiro. Na parede, havia o símbolo de um guarda-chuva nas cores vermelho e branco em um fundo branco.

Spencer: Olá a todos. Agradeço por terem aceitado tão prontamente o convite a essa reunião em um local tão atípico. Sei que não costumo realizar as reuniões referentes a negócios aqui em meu escritório particular, mas a notícia que tenho a dar para vocês é importante demais para ser realizada naquelas salas de reunião. Aceitam champanhe?

Ninguém aceitou o champanhe que era distribuído pela secretária de Spencer. Todos estavam ansiosos por estarem ali naquela sala, e sabiam que o presidente da Umbrella Corporation podia ser tudo, menos um homem gentil. Ele tramava algo, e eles queriam apenas saber o quê.

Spencer: Meus caros investidores... Como vocês já devem saber, a nossa empresa passou por sérios problemas nos últimos anos. O que começou como um sonho, que era idealizado tanto por mim quanto por Edward Ashford, que Deus tenha a sua alma, acabou sendo mal-interpretado pela mídia. Nós, meus caros senhores, fomos vítimas de conspirações políticas e de descasos judiciais totalmente injustos...

Um dos homens resolve se intrometer:

Investidor: Não tente nos enganar, Spencer. A sua empresa só se deu mal por conta de falhas suas. Pura incompetência de sua equipe. E não pense você que vai conseguir mais um tostão de meu investimento até me explicar o que é que está acontecendo.

Isso gerou um tom de revolta por parte dos outros investidores. Spencer logo voltou a falar:

Spencer: Sim, sim... De fato, senhores, os incidentes foram originados por problemas internos. Sabem como é, toda empresa grande e bem-sucedida gera inveja, e alguns de nossos funcionários não eram visionários, pensavam pequeno e acabaram atrapalhando aqui e ali...
Investidor: Soube que a Umbrella Corporation hoje em dia está falida.
Spencer: Ah! Falida? Desculpe-me, senhor, mas suas informações encontram-se incorretas. A Umbrella sofreu muitos prejuízos, sim, mas continua funcionando a todo vapor. Nossas mentes criativos conseguiram passar por cima de todos os problemas, e hoje voltamos a ser a confiável empresa lucrativa que vocês vão adorar investir suas preciosas fortunas.
Investidor: A Umbrella Corporation é um mar sem fim de falhas. O que você pode nos dizer para garantir que não haverão mais erros daqui para a frente?
Spencer: Nós aprendemos com nossos erros, meu caro. Sofremos muitos ataques, traições e conspirações que culminaram no quase fechamento das portas de nossa empresa. Permita-me dizer aos senhores como tudo isso começou...
Um dos mais jovens investidores levantou a mão e resolveu interferir:
Investidor: Creio eu que tudo começou com aquele incidente, em Arklay Mountain?
Spencer: Ah, sim, aquele incidente... Foi em que ano mesmo? 1998, não é? Já faz tempo... Não sei como vocês ainda se lembram disso. Foi um incidentezinho sem importância... Um de nossos estagiários cometeu um engano e liberou uma de nossas criações, só isso...
Investidor: O senhor está se referindo a James Marcus?
Spencer: Não ouse falar o nome daquele hipócrita na minha frente! Aquele traidor foi o culpado de tudo isso que está acontecendo com a nossa empresa!
Investidor: Então é verdade que foi Marcus que soltou o T-vírus na mansão de Arklay?
Spencer: Sim, sim, foi para tentar se vingar de mim. Ainda bem que o tiro dele saiu pela culatra.
Investidor: Ouvi dizer que o senhor perdeu boa parte da equipe naquele incidente, senhor.
Spencer: Bobagem, bobagem... A nossa filial americana permaneceu completamente intocada. Por falar nisso, aquela mansão idiota em Arklay foi um erro desde o começo. Foi tudo ideia dele. Marcus queria montar mais uma base com laboratórios fora do centro da cidade, diretamente nas montanhas, para testes externos... Eu dizia a ele que não era necessário, que os laboratórios que mantínhamos nos esgotos de Raccoon e próximo à Delegacia da cidade eram o bastante para testar o T-Vírus. Mas ele queria porque queria construir um laboratório nas montanhas, e ainda gastou boa parte de nossos fundos construindo uma mansão para encobrir as baboseiras dele! E ainda batizou a mansão com o meu nome!
Outro investidor: Eu ouvi dizer que o senhor planejava soltar o T-vírus de qualquer jeito naquela montanha, senhor.
Spencer: Bem, na verdade, eu queria! Mas é claro que, antes, eu iria esvaziar a mansão, eu não sou um idiota! Eu ia retirar todos os nossos cientistas de lá, e então soltar o Tyrant só para ver como é que ele se comportava naquele "clima tropical". Até consegui fazer com que um de meus mais brilhantes cientistas, Albert Wesker, na época disfarçado como capitão de um grupo de forças especiais de Raccoon, trouxesse alguns policiais por encomenda para a área, para testar a força de minha criação. Mas o Tyrant era fraco demais, e os policiaizinhos de merda conseguiram matar o meu bebê. No fundo, até achei bom que eles destruíram aquela droga de laboratório e apagaram aquela vergonha do mapa.
Investidor: Então, aqueles policiais contaram tudo o que sabiam para a polícia de Raccoon, não foi?
Spencer: Sim, é claro. Pro azar daqueles idiotas, o delegado da cidade era um de nossos mais fieis colaboradores. Brian Irons era muito amigo de um de nossos funcionários, e ganancioso demais para ser apenas um delegado. A grana que pagávamos para ele permitir que construíssemos um laboratório particular imenso e totalmente ilegal debaixo da delegacia dele, fora o suficiente para ele comprar vários terrenos e montar a bela coleção de obras de arte que ele tanto adorava.
Investidor: Então, as denúncias não deram em nada? Não prejudicaram em nada a empresa?
Spencer: É claro que não! Irons tratou de destruir quaisquer provas consistentes que eles pudessem apresentar. Ele desligou os agentes, de modo que não tivessem mais motivos para permanecerem ali, e deixou bem claro que o processo não iria adiante e que eles estavam mexendo com as pessoas erradas... Estaria tudo certo... Se não fosse a droga do Birkin!
Investidor: William Birkin?
Spencer: Ele mesmo! O desgraçado teve a pachorra de querer "pular fora" nos últimos instantes! Ele se negava a nos fornecer o novo vírus que ele tinha criado, o G-Vírus. Tive de mandar um dos meus homens de preto para ir lá e acabar com ele, tomando o vírus à força.
Investidor: Você quer dizer os mercenários da Umbrella Security Service Unit?
Spencer: Isso mesmo. Gosto de chamá-los de "homens de preto". Só que aquela cambada de incompetentes não conseguiu nem fazer um servicinho simples desse direito! Eles contaminaram todo o sistema de esgotos na cidade com o G-Vírus, ou seja! Lá se vai mais um incidente. Se não fosse pelo agente Hunk, nós nem sequer teríamos tido acesso ao G-Vírus, depois de tudo.
Investidor: Esse incidente resultou na destruição da cidade inteira.
Spencer. Foi uma perda lastimável! Perdemos alguns de nossos mais brilhantes cientistas por pura besteira! E o pior: perdemos dois laboratórios secretos avaliados em milhões de dólares no espaço de tempo de dois meses. Foi um incidente lamentável... Raccoon inteira foi contaminada e o presidente não teve escolha a não ser explodir tudo de uma vez com uma bomba nuclear.
Investidor: O presidente americano estava contra nós?
Spencer: É claro que não! O presidente seguia especificamente as minhas ordens. Nós éramos muito amigos na adolescência. O presidente apenas me fez um favor: apagou todas as provas que poderiam incriminar ainda mais a nossa empresa. Já que o nosso grupo especial de incompetentes, que se dizem mercenários, não conseguia resolver nada, foi preciso tomar essa medida drástica. No fundo, deu tudo no mesmo. Só para despistar, o presidente resolveu "confiscar" algumas de nossas contas bancárias quase vazias e nos proibiu de atuar nos Estados Unidos. Não perdemos nada, porque nossos dois laboratórios nos Estados Unidos estavam destruídos, mesmo. Continuamos agindo normalmente na Europa.
Investidor: Eu soube que a Umbrella Corporation continuou firme e forte na Europa, principalmente na França, Espanha e Inglaterra.
Spencer: Exatamente. Nossas bases permaneceram inalteradas.
Outro investidor: Mas também houve incidentes em Paris e na Antártida.
Spencer: Sim, sim. Incidentes pequenos, dessa vez, sem muitos mortos. Tudo por causa dos filhos mimados da família Ashford, e seus experimentos particulares não oficiais. Ocorreu nada de muito grandioso, apenas um ou outro vazamento, e alguma contaminação que logo poderia ser mantida. Só infectamos uma prisão e uma base desconhecida na Antártida, pelo amor de Deus! As perdas foram baixíssimas, e a reação da mídia foi mínima. Conseguimos encobrir todo o ocorrido sem maiores prejuízos para a nossa empresa.
Investidor: Soube que a Umbrella Corporation fechou as portas depois desse incidente.
Spencer: Pura especulação da mídia. Continuamos trabalhando. A lei nos ordenou que fechasse nossas empresas e nos proibiu de continuar com o nome Umbrella Corporation. Então, tudo que tivemos de fazer foi criar outras empresas, com outros nomes, e continuar trabalhando por baixo dos panos. Vários de nossos laboratórios eram secretos mesmo, então eles não poderiam nos impedir de continuar desenvolvendo vírus por muito tempo. Só que passamos a fazer isso de forma mais sábia, mais segura e muito mais lucrativa para a nossa empresa. Terceirizamos a maioria de nossos serviços, e criamos filiais internos com outros nomes para poder expandir nossa marca fora dos olhares atentos da mídia. Sabíamos que corríamos risco com o nome Umbrella Corporation, então tratamos logo de divulgar nomes fantasia que nada tivessem a ver com o nome original da empresa, enquanto comercializávamos nossos produtos normalmente.
Investidor: Nomes fantasia?
Spencer: Sim. Avon, por exemplo.
A informação gerou espanto.
Investidor: Como é? Está me dizendo que a corporação americana Avon Products, uma das líderes mundiais no segmento de cosméticos, na verdade pertence à Umbrella Corporation?
Spencer: Sim. Compramos a marca em 1999. No começo, não investíamos muito nela. Investíamos muito pouco, até porque o lucro não era muito grande. Mas vocês repararam o quanto a empresa cresceu nos últimos anos? Sabiam que a Avon já está presente em 140 países e possui quase 11 bilhões de dólares em caixa atualmente? Como acham que a empresa cresceu tanto? Atos lícitos? Comercializávamos os produtos da área de cosméticos apenas como fachada, enquanto nossos laboratórios continuavam produzindo os vírus que viríamos a comercializar com grupos extremistas  terroristas de toda a parte do mundo.
Investidor: A Umbrella Corporation começou a compactuar com grupos terroristas?
Spencer: Bem, na verdade, essa era a nossa principal ideia quando a empresa foi criada. Porém, passamos muito tempo desenvolvendo vírus e outras armas biológicas apenas por prazer ou em nome do desenvolvimento acadêmico. Não recebíamos muita grana, a não ser de investidores externos, como vocês. Mas, em momentos de crise, quando os investidores nos deram as costas, fomos obrigados a puxar fundos de outros lugares. Vocês se encantariam de saber quantos grupos terroristas hoje possuem bombas e seringas contendo os vírus que nós criamos ao redor do mundo. Eles ajudaram a reerguer nossa companhia, e hoje voltamos a ter laboratórios ao redor do globo. Os terroristas nem se importam com o quanto custa essas obras: pagam em dia e se satisfazem com tão pouco...
Investidor: Agora que você falou nisso, eu ouvi dizer que aquele grupo espanhol que mandou sequestrar a filha do presidente americano, anos atrás, mantinha um dos vírus em sua posse...
Spencer: Está bem informado, hein? Está falando do grupo de cultos Los Illuminados? Exatamente. O grupo comprou o vírus deles de nossa empresa. Mas é claro que não comercializamos com o nosso nome verdadeiro: o nome Umbrella Corporation está mal visto na Europa. Nos apresentamos a eles apenas como uma pequenina empresa farmacêutica espanhola, e eles aceitaram comprar até mesmo um de nossos velhos laboratórios, no subsolo da zona rural da Espanha. Não usávamos mais aquele laboratório há anos, mas eles nos compraram aquilo tudo por uma bela grana. Fizemos um contrato muito lucrativo com eles.
Investidor: O quanto a marca Umbrella está expandida hoje em dia?
Spencer: Como eu disse: a marca Umbrella Corporation está presente em mais de 140 países nos dias de hoje. Temos mais de 60 laboratórios, a maioria deles secretos, e uma pequena parte disfarçada de centro de pesquisas acadêmicas em algumas universidades. A Avon Products é apenas um de nossos nomes de fachada: temos várias marcas nos rendendo lucros. Recentemente, vendemos bases inteiras de pesquisas e alguns de nossos mais poderosos vírus para um grupo terrorista africano. Em breve, verão notícias sobre esse respeito envolvendo a África do Sul. Haverá muitas mortes, provavelmente, mas o nome da Umbrella Corporation não aparecerá uma vez sequer. Graças a Deus, a mídia se esqueceu de nós. Podemos trabalhar em paz, de uma vez por todas.
Investidor: Muito bom. Fico feliz que esteja tendo êxito na administração de sua empresa. Mas eu ainda não conseguir compreender, senhor, porque convocou essa reunião e nos chamou aqui.
Spencer: Muito bem, meus caros senhores. Depois dessa bela demonstração sobre o que anda ocorrendo recentemente na minha empresa, vamos para o motivo que me fez trazer todos vocês até aqui. Eu estou pensando seriamente em deixar essa empresa.

Todos se assustam com essa informação.

Investidor: Mas... Como assim? Você é o fundador dessa empresa! Se ela conseguiu dar a volta por cima, foi graças a você! Agora que ela está maior do que nunca, você vai abandoná-la?
Spencer: Não irei abandoná-la, e sim deixá-la para alguém que saberá administrá-la melhor do que eu jamais pude: Albert Wesker. Wesker foi um dos maiores responsáveis pelo fato de a empresa não ter sucumbido diante de tantas falhas internas. Wesker cooperou imensamente para que essa empresa adquirisse fundos e novos vírus, e ajudou a disseminar o nome da empresa como garoto-propaganda estampado em camisetas e outros produtos hoje vendidos mundo afora. Não contei isso a ele hoje, mas pretendo contar o mais rápido possível.
Investidor: Mas porque Wesker? Porque vai tirar a empresa da sua própria linhagem?
Spencer: Wesker pertence à minha linhagem. Ainda não contei isso para ele, mas ele foi criado em laboratório. Trata-se de um ser geneticamente modificado, e que foi trazido à vida por minhas mãos. Eu sou, tecnicamente, o pai dele. Pretendo contar isso a ele o mais rápido possível. De uma forma ou de outra, a empresa continuará em família.
Investidor: Wesker foi criado em laboratório?
Outro investidor: eu sabia que aquela coisa não poderia ser humana!
Spencer: Pois é. Tenho tanto orgulho de minha criação!
Investidor: E quanto a você?
Spencer: Eu vou servir como conselheiro externo. Peço a ajuda de vocês, meus caros, para investirem em uma nova sede da Umbrella Corporation. Ela será em um país na América do Sul em grande expansão nos últimos anos: o Brasil.
Investidor: Como assim? Vai passar a sede da Umbrella da França pro Brasil?
Spencer: Sim. Minha empresa já está muito visada na Europa. Não vai demorar muito para sermos novamente descobertos. Alterando a sede para o Brasil, teremos um paraíso legal muito consolidado. Brasil é terra de ninguém uma terra sem lei onde as empresas fazem o que bem entendem e ninguém está nem aí. O governo é extremamente corrupto, e posso conseguir terras e licença para fazer o que quiser, contanto que desembolse a quantia certa. Lá, quase não há fiscalização de nada. Posso contrabandear produtos ilegais com muito mais facilidade do que aqui na Europa. Sem contar que é um país muito bonito, repleto de beleza natural, mulheres bonitas e tem ainda o carnaval! Lá, estarei seguro, e poderei retomar meus planos, meus laboratórios e minha ideologia.
Investidor: Sua ideologia?
Spencer: Sim. Um dia, caros senhores, eu tive o sonho de me tornar um deus. Eu quis reformular a raça humana, criar um tipo mais evoluído, mais forte e mais capaz da própria raça humana. Porém, ainda não consegui. Mas um dia terei meu sonho realizado. Vocês verão!
Investidor: E como será essa troca de sede para o Brasil?
Spencer: Já está tudo confirmado. A sede administrativa será na Avenida Paulista, em São Paulo, um dos estados mais ricos do país. Compraremos três andares de um dos mais importantes edifícios comerciais de lá. Montaremos ao todo seis laboratórios secretos, todos no subsolo e com equipamentos de última geração. Um ficará em São Paulo mesmo, outro no Rio de Janeiro, mais um em Porto Alegre, um na mata atlântica do Rio Grande do Norte, e mais dois escondidos em plena selva amazônica, na parte noroeste do país. Até já montamos um nome fantasia em língua portuguesa: "Corporação Guarda-Chuva".
Investidor: Guarda-Chuva? Umbrella em português? Não vai dar muito na cara?
Spencer: Fique tranquilo, estaremos seguros.
Investidor: Mas e você? Conseguirá entrar no país sem dar muita bandeira?
Spencer: Não se preocupe comigo. Tenho muitos amigos influentes dentro do congresso e do senado brasileiro. Possuo total imunidade política naquele país. E, só por via das dúvidas, entrarei com documentos e passaporte falso, com nomes alternativos. Serei apenas um "gringo", como eles chamam, uma celebridade que estará passando uns anos por lá. Vou aproveitar bem a minha velhice. Até mesmo fui convidado para conhecer o ensaio de uma escola de samba, no Rio de Janeiro, quando estiver por lá!
Investidor: Bem, senhor Spencer, se é isso que quer... Estou disposto a ajudar a financiar esses projetos do senhor. Tenho certeza de que, se vai abrir uma filial no Brasil, como diz, não tem como dar errado. Com certeza, isso trará muitos lucros para todos nós.

Todos os investidores aceitam a proposta de Spencer, que marca uma segunda reunião para dali a alguns dias, de modo a acertarmos a quantia financeira do investimento. Todos pareciam animados com essa nova decisão, cientes de que ganhariam muito dinheiro com as atividades ilegais no Brasil.

É uma pena que Spencer não tenha de fato tido tempo de se mudar para o Brasil. Naquela mesma noite, ele recebeu uma visitinha de Wesker, e decidiu contar a ele a verdade sobre seu nascimento. Acontece que Wesker não recebeu muito bem a notícia, e reagiu de uma forma um tanto intempestiva demais. Spencer acabou sendo assassinado naquela mesma noite, e a sede da Umbrella Corporation no Brasil infelizmente jamais será construída.

E essa foi a nossa piadinha de hoje. Gostaram? Não? Deixem nos comentários o que acharam!

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